terça-feira, março 22, 2011

Aos trancos e barrancos

Neste post comemorativo de 1 ano do blog, aproveito para agradecer tanto ao Daniel, fundador e idealizador da idéia do musicólatras anônimos, por me convidar para fazer parte deste, quanto os demais membros do blog por compartilharem seus conhecimentos, tenho aprendido bastante com vocês.

Estes últimos dias mal parei em casa e, acabou que não tive condições de fazer um post de qualidade como pretendia e como foi os dos colegas. Então, aos trancos e barrancos fiz um breve post falando das bandas que marcaram cada fase musical que tive e como, aos trancos e barrancos, cheguei à atual fase.

Geralmente, nossas primeiras influências musicais vem dos nossos pais e/ou parentes próximos mais velhos. Meu pai, como bom carioca, sempre gostou de ouvir samba e, meus primos que serviam de referência na época ouviam (e ainda ouvem) pagode. Não deu outra, mergulhei fundo, principalmente no pagode que era mais acessível e tocava nas festas. Porém, a banda que mais me marcou nessa época foi uma banda que gosto até hoje: Raça Negra. Geralmente os grupos de axé e pagode surgem e acabam na mesmo velocidade que começa e acaba o verão, mas, esta era (é) diferenciada, tanto nas letras como nas composições. Por isso, podem rir e me zoar mas, Raça Negra ainda é o que há. Hahahah

Já na minha fase de transição do pago de para o rock, costumava escutar bandas como Sepultura, Soulfly, Iron Maiden e coisas do tipo do mundo metal mas, a banda que me marcou nessa fase foi Metallica, principalmente o Black Album. Hoje em dia tem sido bem raro eu escutar mas, ainda tenho apreço pela banda.


Por fim, na transição do metal para o punk, o primeiro álbum que tive foi o do NOFX: Heavy Petting Zoo. Tá certo, apesar da capa polêmica o disco é realmente muito bom, tenho ele até hoje e, abriu caminho para conhecer as demais bandas do estilo e consequentemente a chamada 3º onda do ska, já que era normal as bandas “punks” dos anos 90 variar entre o punk rock e o ska.

Com o tempo fui deixando de lado preconceitos musicais e, depois, com a moda dos blogs musicais, expandi bastante os estilos que ouço.

É isso pessoal, fiz o post bem de última hora mas, o que vale é a intenção. hahah

P.s: Fico devendo os vídeos, no meu trabalho (naturalmente) o youtube é bloqueado.

Abraços!!



6 Musicólatras Comentaram:

Edison Junior disse...

Legal, Raphael! Mais um musicólatra que abre o coração e o armário de discos pra compartilhar com a gente. Abração!

Ana Cláudia disse...

Pagode é um estilo que não gosto, mas Raça Negra é um grupo diferenciado mesmo. Ainda ouço e me lembra meu pai! =D

Acho bacana ver que musicólatra bom é aquele que não se envergonha do passado, hahahaha

Bjoo

Marcello disse...

Valeu Rafa, acho que Raça Negra é uma raridade no mundo do samba/pagode.

Abraços

Emmanuella disse...

É só eu olhar pra cara do Luiz Carlos que a cabeça já começa: "Oh meu amor, não fique triste, saudade existe pra queeem sabe ter" ♪ HUAHUAA que droga

Rafhael divide comigo a vergonha de ser da nossa geração, *high five*

Rafhael Vaz disse...

Valeu Edison!!!

Abraço!!

Ana Cláudia, é exatamente esta relação que tenho com Raça Negra. hahah Não curto o estilo mas o grupo ainda me empolga. =P

Bjos!

Valeu Marcello!! Compartilho de sua opinião.

Abraço!

Olhaaaa a Manu sabe a letra. hahah sabia disso não.

Pois é, tamo junto nessa!! o/

Bjos!

Daniel disse...

Muito legal essa seria de postagens sobre o gosto e a formação musical de cada um.

Antes eu achava que "fase musical" era o mesmo que não ter personalidade, sabe, nunca saber o que realmente curte. Hoje vejo isso como um processo, infelizmente ou felizmente, para chegar em uma fase musical definitiva vamos dizer assim, é preciso ouvir de tudo mesmo, por mais bizarro que possa ser, como foi meu caso, que já ouvi muita porcaria.

E como disse o Edison, mais um musicólatra que abre o coração e o armário de discos..rs.

Abraço
Daniel