domingo, setembro 26, 2010

Willie Dixon

William James Dixon, seu nome de batismo, já cantava por trocados aos onze anos de idade, participando do grupo vocal "The Union Jubilee Singers". Em 1929 se muda defintivamente para Chicago, onde passa a ganhar a vida com boxeador, tendo conquistado em 1932 as "Luvas de Ouro" na categoria Peso Pesados Amadores no Estado de Illinois, tornando-se profissional no ano seguinte. É também durante esta época que aprende a tocar contrabaixo.

Em 1939, passa um ano na cadeia por se recusar a prestar o serviço militar, um exercício de consciência cívica. Em 1940, começa a gravar com grupos e bandas diversas, acabando por trabalhar no final da década como músico, compositor, arranjador, produtor e/ou caça talentos para a Chess Records.

Entre os grupos e músicos com quem tocou ou gravou estão The Big Three, Memphis Slim & His House Bockers, Elmore James Broomdusters, The All Stars e Otis RUSH Group. Suas canções mais conhecidas são "Back Door Man", "Evil", "My Baby", "Bring It On Home", "Big Boss Man", "Broken Hearted Blues", "Built For Comfort", "Do The Do", Down In The Bottom", "I Ain't Superstitious", "I Just Want To Make Love To You", "I'm Ready", "I'm Your Hoochie Coochie Man", "Little Red Rooster", "Spoonful", "300 Pound of Joy", "Wang Dang Doodle", "You Can't Judge A Book By It's Cover" e "You Shook Me".

Praticamente todos os grandes artistas do Blues e posteriormente do Rock já cantaram ou gravaram alguma coisa de Willie Dixon. Quem não se lembra da versão do Doors para "Back Door Man", ou a dos Rolling Stones para "Little Red Rooster"? A releitura do Cream para "Spoonful", a do Jeff Beck Group para "I Ain't Superstitious", ou de LED ZEPPELIN para "You Shook Me"? Sem falar em gente como Howlin' Wolf, Little Walter, KoKo Taylor e Muddy Waters, que gravaram as versões originais que influenciaram estes e outros músicos das gerações seguintes.

Apesar deste rico acervo, Willie nunca recebeu o pagamento relativo a direitos autorais. Isto é, até que durante a década de setenta ele, juntamente com Muddy Waters, processou a Arc Music, editora que cuidava de angariar os direitos autorais e repassá-los aos devidos artista. Após um processo que levou anos, finalmente na década de oitenta passou a receber esta verba devida. No embalo, também processou o LED ZEPPELIN pela gravação de "Bring It on Home" e "Whole Lotta Love", provando que esta última na verdade trata-se de um plágio da canção "You Need Love", de sua autoria.

Um dos poucos bluesmen originais de uma época de ouro, ainda vivo e ativo durante a década de oitenta, manteve uma vida artística tão ativa quanto lucrativa, excursionando pelos Estados Unidos e Europa. Paralelamente, trabalhou para várias organizações que prestam ajuda jurídica para assistir outros bluesmen menos conhecidos, igualmente privados de coletar os direitos autorais devidos. Em 1988, se torna o primeiro bluesman a ser contemplado com um box set, lançado pela MCA, o "Willie Dixon: The Chess Box".

Com a saúde cada vez mais frágil, no final da década Dixon acaba por ter sua perna amputada devido a problemas com diabetes. E em 1992, vêm a falecer enquanto dormia. Seu coração simplesmente parou de bater.



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quinta-feira, setembro 23, 2010

Geraldo Vandré

O paraibano Geraldo Vandré nasceu em 1935, em João Pessoa, e aos 16 anos mudou-se para o Rio onde estudou Direito. Mas o diploma foi somente para contentar a família, pois imediatamente passou a dedicar-se profissionalmente à música. Participou dos festivais mais importantes na década de 60, tendo sido o primeiro a interpretar uma música de Chico Buarque em um festival, Sonho de um Carnaval. Da época dos festivais são também suas duas músicas mais conhecidas, Disparada e Pra Não Dizer que Não Falei das Flores.

Disparada foi defendida por Jair Rorigues e dividiu o primeiro lugar no II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, com A Banda, de Chico.

 

Pra Não Dizer que Não Falei das Flores foi eternizada como um dos hinos da luta contra a ditadura. Tirou o segundo lugar no 3° Festival Internacional da Canção, em 1968, perdendo para Sabiá, de Chico e Tom. Essa decisão dos jurados do festival desagradou enormemente a engajada plateia, que estava tão empolgada com a música de Vandré que mal percebeu a beleza e a sutileza de Sabiá e de como ela também cutucava os mandantes de plantão. Era um tempo de muito radicalismo de parte a parte. A música, é claro, acabou sendo censurada.


No início de 69, um pouco depois do AI-5 ter sido decretado, Vandré sentiu-se pressionado pelo governo militar e exilou-se no Chile. Retornou ao país alguns anos depois, mas nunca mais voltou à música. Dedicou-se à advocacia, mas consta que continua compondo.

Além das duas músicas mencionadas acima, Vandré tem outras obras primas, imerecidamente pouco conhecidas, mas que os Musicólatras que aqui passarem poderão curtir agora.

Porta Estandarte


Tristeza de Amar


Réquiem para Matraga


Fica Mal com Deus


Rosa Flor


Pequeno Concerto que Virou Canção


Ninguém Pode Mais Sofrer


Quem Quiser Encontrar o Amor

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terça-feira, setembro 21, 2010

A Linha do Tempo do iPod - ( Parte I )

Um musicólatra que se preze não consegue sair de casa sem o seu aparelho para ouvir música e isso independe se é um celular, mp3, mp4, discman ou iPod. O importante é ouvir as nossas músicas de forma prática e rápida em qualquer lugar e momento. Em outras postagens, já abordamos o assunto do mp3, fones de ouvido e até mesmo sobre alguns aparelhos portáteis.

E um desses aparelhos portáteis é o iPod, criado e desenvolvido pela empresa Apple. O primeiro modelo foi lançado em 2001 e na época ninguém imaginava a proporção que esse pequeno aparelho iria tomar. Naquela época a maioria dos aparelhos eram de baixa capacidade de armazenamento e tinham os preços elevados. Passados quase dez anos, o iPod virou uma febre mundial, passou a ser um dos aparelhos reprodutores de áudio mais vendidos no mundo e ao longo das suas “gerações” foi ganhando novas funções, como reprodução de vídeo, câmera e até mesmo navegação pela internet.

A intenção dessa postagem não é contar a história do iPod em si, mais a evolução dos vários modelos do aparelho ao longo dos anos.

Para começar vamos falar sobre o primeiro modelo criado pela empresa, o iPod Clássico e as suas gerações.

Clique na Figura (abaixo) para ampliar e visualizar melhor.

Primeira Geração : Agora conhecido pelo nome classic, o primeiro modelo do iPod foi introduzido em 2001 e trazia uma tela monocromática com resolução 160x128. As principais novidades ficavam por conta do espaço de 5GB e o Click Wheel, que neste primeiro modelo ainda operava de forma mecânica. O preço não era nada convidativo – US$ 399, mas a possibilidade de carregar 1000 músicas dentro do bolso foi o suficiente para garantir a popularidade do aparelho.

Segunda Geração : Lançada em 2002, a segunda geração do iPod foi a responsável por realmente popularizar o aparelho, com o surgimento de opções como a gravar o nome do usuário na parte de trás do dispositivo pagando uma taxa de US$ 50. Com modelos de 10 GB e 20 GB, o Click Wheel se tornou sensível ao toque e os usuários do Windows finalmente ganharam uma forma de passar músicas para o aparelho, primeiro através do Musicmatch e depois por uma versão do iTunes para o sistema operacional.

Terceira Geração : Em 2003, a Apple dobrou o tamanho do disco rígido dos aparelhos, que agora estavam disponíveis em modelos de 20 GB e 40 GB. O dispositivo também ganhou dimensões menores e foram incluídos alguns botões extras para o controle da reprodução de músicas, que foram descartados nas versões posteriores. Além disso, a partir do lançamento do iTunes 4.1 para o Windows o suporte ao Musicmatch foi abandonado.

Quarta Geração : Depois de passar os últimos anos simplesmente aprimorando a capacidade de seus aparelhos, em 2004 a Apple introduziu um novo tipo de iPod, batizado como mini – que eventualmente se transformou na linha nano. O modelo original ganhou mais capacidade, com modelos de 40GB e 60GB e, no mesmo ano, ganhou uma alternativa com a nomeação Photo, devido ao suporte à exibição de fotografias coloridas e o abandono dos menus monocromáticos das versões anteriores.

Quinta Geração : 2005 foi o ano em que a Apple introduziu o primeiro modelo do iPod shuffle, direcionado a quem procurava uma alternativa mais barata para reproduzir suas músicas. O modelo Photo foi unificado com a versão clássica, que agora contava com uma tela maior e a impressionante capacidade de 80 GB – espaço pensado na nova capacidade de reproduzir vídeos no formato H.264 com 30 frames por segundo.

Sexta Geração : A sexta geração foi a primeira a ganhar a designação classic, e é a partir dela que o modelo deixou de ser o carro chefe para as novidades dos modelos iPod. As maiores novidades do aparelho ficam por conta de uma interface redesenhada e o abandono da cor branca pelo prateado. Atualmente, está disponível apenas o modelo de 160 GB, e o dispositivo permanece o único da família iPod a utilizar um disco rígido para armazenar arquivos.

Na semana que vem o artigo sobre o iPod continuar, mais vamos abordar outro modelo. Boa Semana a todos.

O artigo foi retirado do site Baixaki (*Créditos)

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domingo, setembro 19, 2010

Corey Harris

Olá Musicólatras...

Hoje vou falar sobre um bluesman pouco conhecido no Brasil o grande Corey Harris. Conheci esse bluesman através da serie “Blues Uma Viagem Musical” do diretor Martin Scorsese que esta sendo transmidita pela Tv Cultura. Apesar de ser um autentico bluesman Corey é um dos poucos músicos que fundem o blues a outros estilos, muitas vezes inusitados como o reggae e o hip hop, mas sempre rendendo ótimos resultados.

Biografia

Um disco ouvido aos 12 anos com a mãe traçou a vida de Corey Harris. Na sua casa em Denver onde nasceu em 21 Fevereiro de 1969, uma lenda do blues enchia o ar de sons: Lightnin’ Hopkins. Iniciou assim um percurso que o levou desde os blues mais tradicionais até as mais contemporâneas expressões do gênero.

Formado em Antropologia, Corey Harris esteve em Camarões, África, para uma pós-graduação em lingüística, onde passa também a estudar as poliritmias complexas da música local. De volta aos EUA começou a tocar profissionalmente em clubes de New Orleans.

Em 1995 gravou o primeiro álbum “Between Midnight and Day” . O álbum é muito bem recebido pela critica, sendo apontado como um disco de valor importante da nova geração do blues.

Em 1997 grava Fish Ain’t Bitin, onde mistura nas suas composições uma sessão de sopros ao estilo típico de New Orleans. No ano seguinte colabora com a dupla Billy Bragg & Wilco no projeto Mermald Avenue, em torno da música de Woody Guthrie. Em 1999 grava Greens from the Garden com o pianista Henry Butler, que muitos críticos consideram ser o seu trabalho mais importante e onde os blues se misturam com o funk, R&B e até com reggae e hip-hop. No ano seguinte volta a gravar com Butler o soberbo álbum de blues do Delta intitulado Vu-Du Menz.

Em 2002 lança Downhone Sophisticate, de sonoridade mais elétrica, onde explora influências africanas e latinas; seguem-se o maravilhoso Mississippi to Mali em 2003 e Daily Bread em 2005. Uma viagem a Jamaica acaba por ser decisiva para o som dos dois álbuns que se seguem, Zion Crossroads em 2007 e Blu, Black, já em 2009.

Corey Harris é o protagonista de um dos episódios da série Blues Uma Viagem Musical, produzida por Martin Scorsese.



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sexta-feira, setembro 17, 2010

Elis Regina

Elis 3Elis Regina nasceu em 1945, em Porto Alegre, e desde cedo mostrou ao que veio – começou a cantar aos 11 anos, em um programa de rádio para crianças na Rádio Farroupilha. Perfeccionista, era exigente consigo mesma e com todos os que com ela trabalhavam. Pelo seu jeito espevitado e extrovertido, ganhou de Vinícius de Moraes o apelido de Pimentinha. Elis nos deixou cedo, em 1982, aos 37 anos.

Elis 0É considerada por muitos especialistas, e por mim também que não sou especialista em coisa nenhuma, a maior cantora brasileira de todos os tempos. Com exceção do período inicial de sua carreira, quando teve que se submeter às exigências do mercado musical, sempre cantou o que quis e, por isso, teve força para lançar novos compositores como Milton Nascimento, João Bosco e Aldir Blanc, Renato Teixeira e muitos outros. Além disso, foi o primeiro artista a inscrever sua voz como instrumento na Ordem dos Músicos do Brasil.

Elis 6É difícil escolher o melhor disco da cantora. Cada um terá sua própria preferência. O álbum Elis, gravado em 1973, certamente estará na maioria das listas. No ano seguinte ela gravou Elis & Tom e, em 1976, Falso Brilhante, com músicas do show homônimo.

Uma vez li uma historinha sobre ela, contada por um de seus filhos. Elis era uma grande cozinheira e certa vez lhe preparou um almoço em que estavam presentes alguns amiguinhos. No meio da refeição, um deles elogiu a comida: “Puxa, a senhora cozinha muito bem!” A resposta dela foi um primor de realismo: “Você precisava me ver cantando!”


Começo com Travessia, de Milton Nascimento, uma música que pouquíssimos cantores se atrevem a cantar fora do banheiro.


Elis Regina não lançou o Chico porque a Nara chegou um pouco antes, mas poucos o cantaram com tanta emoção, como em Atrás da Porta.


Como Nossos Pais, de Belchior, mais um da lista de lançamentos de Elis, do show Falso Brilhante.


E encerro com Águas de Março, uma das maiores músicas de todos os tempos, num duo fantástico com Tom Jobim (que até ensaia uns passos de dança!):

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terça-feira, setembro 14, 2010

Baixistas: Eduardo Machado

Olá Musicólatras de Plantão.

Continuando a série dos "Baixistas", hoje apresento a vocês, um dos grandes nomes do contrabaixo nacional, Eduardo Machado.

Eduardo iniciou os estudos do contrabaixo com apenas 12 anos, ao longo do seu aprendizado teve como professor nada mais nada menos que Celso Pixinga, estudou em Londres no Bass Institute Tecnology, é formado no Conservatório Daramático de Musical Dr.Carlos de Campos, na área de MPB e Jazz. É professor há mais de 17 anos no IGB (Instituto de Guitarra e Baixo), situado em Franca/SP. Eduardo trás no currículo inúmeras apresentações musicais, em diversas bandas e estilos, tocou ao lado de Roberto Menescal, Arthur Maia, Chico Oliveira (Chiquinho), Diego Figueiredo, Bob Wyaatt, Orquestra Laércio de Franca, Daniel Santiago, entre outros. Em 2007 participou do 1º Bass Festival Souza Lima & Cover de Baixo, com participações de baixistas de todo o Brasil, e foi premiado com a segunda colocação.


Em 2009 Eduardo lança o seu primeiro álbum solo, diga-se de passagem, um trabalho primoroso. O álbum trás toda a bagagem musical adquirida por Eduardo ao longo do tempo, influências que ultrapassam a fronteira do jazz e chega até os ritmos brasileiros. As músicas são todas de autoria de Eduardo, que durante as gravações é acompanhado pelo quarteto formado por, Alexandre Magno (piano), Beto Sápio (saxofone), Marinho (bateria) e Chicoléo (guitarra).

O álbum se destaca por dois pontos essenciais, boas composições e arranjos bem elaborados. Impossível não se empolgar com o samba jazz de “Samba do Enguiço”, que em meios a solos de sax e trompete, Eduardo mostra por que é um dos grandes contrabaixistas brasileiros, sua forma de tocar, a suavidade nas notas e os grooves precisos que dão um ritmo contagiante a música. Em “Partindo Pro Alto”, destaque para a participação especial do contrabaixista Arthur Maia e do trompetista Chiquinho Oliveira (Sexteto do Jô). A música começa com a técnica do slap, muito bem explorada, em seguida a entrada dos metais ao fundo, tudo muito bem encaixado, Arthur Maia ainda da uma pequena canjinha no vocal encima do seu solo. As músicas “Hardbopcaatingaxote”, com participação de Ferraguti, “Só Xote”, com Marcos Sabio e “Escorrega Lá Vai Um”, trás o ritmo do baião, muito bem explorado por sinal. Já “Pareinoar” ganha um ritmo latino, destaque para o arranjo do saxofonista Beto Sápio. Nas demais músicas, o contrabaixo continua em evidência, com linhas suaves e grooves precisos, não deixando de citar os belos arranjos de metais que dão um toque mais do que especial. Destaque para sensacional “Sete Voltas”, que começa com o contrabaixo solo e depois ganha um toque de samba jazz, com solos de trompete, piano e do próprio contrabaixo.

Eduardo é sem dúvida um dos grandes contrabaixistas brasileiros, sua música alia técnica, bons arranjos e composições fantásticas. Confira os vídeos abaixo.

Eduardo Machado & Quinteto - "Samba do Enguiço" (Teatro Municipal de Franca/SP)


Eduardo Machado & Quinteto - "Sete Voltas" (Teatro Municipal de Franca/SP)


MySpace: Eduardo Machado

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domingo, setembro 12, 2010

Jeff Beck no Brasil

Olá Musicólatras...

No final da semana passada fiquei sabendo que o grande guitarrista Jeff Beck virá ao Brasil para duas apresentações com certeza imperdíveis! Beck é um músico difícil de ser descrito, visto que já passeou por diversos estilos, do fusion ao techno, sempre com muito estilo e originalidade sem iguais. Jeff Beck também é conhecido por ser um tanto controverso (apesar de ser uma unanimidade) alguns acham que seu ego é maior que seu talento, por outro lado há os que dizem que Beck é um dos melhores guitarristas que ja pisaram nessa Terra. Porém uma coisa é certa, Jeff Beck é um músico ousado e original, cria tendências a serem seguidas na guitarra e tem aquela coisa que poucos músicos conseguem: ao se escutar uma unica nota de sua guitarra ja sabemos que se trata de Jeff Beck.


Seguem algumas informações sobre os shows

RIO DE JANEIRO
Onde: Vivo Rio — Avenida Infante Dom Henrique, 85, Flamengo
Quando: 24 de novembro
Ingressos: a partir de 25 de agosto, no site www.ingressorapido.com.br
Preços: entre R$ 100 e R$ 400

SÃO PAULO
Onde: Via Funchal - Rua Funchal, 65, Vila Olímpia
Quando: 25 de novembro
Ingressos: a partir de 25 de agosto, no site www.ingressorapido.com.br
Preços: entre R$ 100 e R$ 300



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sexta-feira, setembro 10, 2010

Edu Lobo

Terminou a coleção Folha Raízes da Música Popular Brasileira, que trouxe 25 grandes nomes da nossa música. Imperdível, recomendo a quem possa comprá-la. Gostei tanto que me animei a falar um pouco mais sobre MPB por aqui. E vou seguir na mesma linha, falando de um compositor ou intérprete por vez. É inevitável que falarei dos que eu gosto mais, mas não necessariamente pela ordem de minha preferência. Não pretendo colocar aqui biografias completas, as quais podem ser encontradas na Wikipedia ou no site oficial do artista, mas procurarei situá-lo(a) em sua época e passar minha impressão sobre ele(a). Isto posto, mão a obra!

Estava conversando com o Daniel outro dia e o nome de Edu Lobo surgiu na conversa, não me lembro por qual motivo. Assim, começo por ele.

Edu Lobo é filho do compositor Fernando Lobo, e começou a estudar música aos 14 anos. Cursou até o terceiro ano de Direito na PUC, mas felizmente desistiu e passou a dedicar-se exclusivamente à música. Escreveu músicas para o teatro, utilizando temas e motivos da cultura popular. Dentre elas, Chegança, para a peça Opinião, e Upa Neguinho, de Arena conta Zumbi. Em 1966 fechou um contrato para se apresentar semanalmente na TV Record, onde, no ano seguinte, venceu o 3º Festival da Música Popular Brasileira, com a música Ponteio. Teve também grandes participações em outros festivais na época. Seguiu estudando música e compondo com parceiros como Vinicius, Ronado Bastos, Ruy Guerra, Chico Buarque e outros.
 

Upa Neguinho é a primeira música de Edu de que me lembro. Na voz da imortal Elis Regina.


Ponteio, com letra de Capinan, foi a vencedora do 3º Festival da Música Popular Brasileira, da TV Record, em 1967. Edu é acompanhado por Marília Medalha, Conjunto Momento Quatro e o grupo Quarteto Novo, no qual toca Hermeto Pascoal.


Vento Bravo. Reparem no arranjo e na levada da música.


Choro Bandido, é de Edu e Chico. Só podia ser coisa boa. Pra se ter uma ideia, Tom Jobim adorava essa música.


Mais uma instrumental. Corrupião.


Para encerrar, com Mônica Salmaso, Edu canta A História de Lili Braun, dele e do Chico.

 

Site oficial de Edu Lobo: http://www.edulobo.com.br/site/

Por hoje é só. Um ótimo final de semana a todos!

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terça-feira, setembro 07, 2010

John Pizzarelli: Um guitarrista diferenciado

"O guitarrista e vocalista de jazz John Pizzarelli é tecnicamente um artista com uma voz macia, presença de palco encantadora e destreza para suingar no tempo certo. Tocando freqüentemente com um trio sem bateria, Pizzarelli encontrou seu nicho musical que cobre tanto os standards de jazz quanto a canção popular americana." (Clube de Jazz)

Já estava na hora de falar sobre o John Pizzarelli aqui no Musicólatras. Se hoje eu conheço um pouco de jazz, devo isso a ele. Na verdade comecei a ouvir jazz/blues por causa do Programa do Jô e o primeiro CD de jazz que eu comprei foi do sexteto. Depois de ouvir as músicas e graças à internet, pesquisei músico por músico e com isso passei há conhecer um pouco mais. Apesar disso, meu envolvimento com o jazz não era dos melhores, até assistir a entrevista do John Pizzarelli no Programa do Jô. Não lembro o ano, mais deveria ser por volta de 2004, já que ele na ocasião tocou a música “Soares Samba”, que está no álbum “Bossa Nova”. O jeito com que ele tocava e cantava, sabendo dosar e aliar a sutileza com velocidade, me vez ver o jazz com outros olhos. Depois desse dia, comecei pesquisar sobre John Pizzarelli e a conhecer o seu trabalho, e graças a sua música o meu conhecimento sobre o jazz só vem aumentando a cada dia.

John Pizzarelli nasceu dia 06 de Abril de 1960, em Paterson, Nova Jérsei. John começou a tocar aos seis anos de idade e teve seu pai, o guitarrista Bucky Pizzarelli, como mestre e incentivador. A música sempre esteve presente em sua vida, em uma entrevista John disse que na casa dos seus pais a guitarra ficava no sofá da sala, era só chegar e tocar, caso errasse uma nota, o seu pai de longe o avisava. John tocou com seu pai desde cedo e isso o ajudou muito, principalmente por que teve contato direto com a música e os músicos daquela época e do passado, como por exemplo, Erroll Garner, Les Paul e Django Reinhardt. Depois dessa experiência ao lado do seu pai e já maior de idade, John decidiu seguir seu caminho e aos vinte e três anos de idade, o guitarrista lançou o seu álbum de estreia, “I’m Hip – Plese, Don’t Tell My Father” (1983). A maneira de tocar e a habilidade em regravar standards do jazz e da música americana, fez com que John Pizzarelli ficasse exposto à comparações com outras lendas do jazz e também para que ganhasse notoriedade. Em 1993 o John Pizzarelli Trio foi convidado para abrir os shows da turnê internacional do Frank Sinatra e depois tocaram na celebração do 80º aniversário do cantor no Carnegie Hall.

A carreira do guitarrista sempre foi notável, sempre com muita elegância e humor, John Pizzarelli soube ao longo dos anos manter-se no cenário do jazz e com isso ganhando cada vez mais respeito e elogios. Pizzarelli nunca escondeu sua admiração por alguns músicos, o guitarrista já gravou dois álbuns – “P.S Mr. Cole” e “Dear Mr. Cole” – em homenagem ao pianista/vocalista Nat King Cole, que Pizzarelli considera sua grande influência na música, inclusive chegou a ter o seu trio comparado ao do pianista, claro que o guitarrista encara isso como um grande elogio, também gravou o “Meets The Beatles” em homenagem ao quarteto de Liverpool, esse álbum que por sinal é fantástico, com releituras de vários clássicos dos Beatles, Frank Sinatra foi homenageado no “Dear Mr. Sinatra”, John também mostrou sua admiração e paixão pela música brasileira, ao gravar em 2004 o álbum “Bossa Nova”, com canções consagradas na voz de Tom Jobim como “Águas de Março”, “Garota de Ipanema”, “Desafinado”, “Samba de uma nota Só” – todas cantadas em inglês – e teve até uma homenagem ao Jô Soares na música “Soares Samba”, e o álbum “Brazil” com a cantora Rosemary Clooney, o guitarrista também gravou um álbum “The Rare Delight of You”, ao lado do pianista George Shering e recentemente lançou o álbum “Rockin' In Rhythm A Duke Ellington Tribute” em homenagem a Duke Ellington. Mais não parou por ai, John também gravou álbuns apenas com Standards do jazz e da música americana, como foi o caso do “Let There Be Love”, “Kisses in The Rain” – um álbum de canções melódicas e que foi gravado ao vivo dentro do estúdio -, “New Standarts”, “Knowing You”, álbum que presta uma homenagem aos vários músicos e compositores que Pizzarelli teve o prazer de tocar ou apenas conhecer durante a carreira, “Our Love is Here To Stay”, um álbum com canções clássicas do jazz e um ritmo mais swingado e “Let’s Share Christmas”, com regravações de músicas natalinas. Em 2003 para comemorar os 10 anos do John Pizzarelli Trio foi lançado o excepcional “Live at Birdland”.

Pizzarelli também fez diversas participações, esteve presente nos álbuns da cantora e sua esposa Jessica Molaskey, gravou ao lado do seu pai Bucky Pizzarelli em várias ocasiões, foi parceiro no álbum do violinista Aaron Weinstein e do guitarrista Davy Mooney, entre outras participações e gravações. John também lançou o seu programa de rádio (Radio Deluxe) junto com sua esposa, os membros do trio e alguns convidados. O programa vai ao ar nos fins de semana, o conteúdo claro é muita música, informação e bom humor. Nos EUA o guitarrista está sempre em evidência, principalmente em programas de TV (a nível nacional), como por exemplo, The Late Show com David Letterman, The Tonight Show com Jay Leno e vários outros. Já no Brasil toda vez que o guitarrista se apresenta em uma turnê, também é presença mais do que garantida na TV, como no Programa do Jô e recentemente no Todo Seu (TV Gazeta) com Ronnie Von. Pizzarelli esteve no Brasil em 2010, para divulgar o seu último álbum e se apresentou em São Paulo, Santos e no Festival em Paraty (RJ).

Como disse no começo o texto, o blog Musicólatras merecia uma postagem sobre esse guitarrista fantástico chamado John Pizzarelli. O jazz passou por várias transformações ao longo dos anos, muitas novidades, grandes músicos que escreveram um capitulo a parte dentro do jazz. E aos 50 anos de idade, John Pizzarelli ainda tem muita carreira pela frente, tempo de sobra para continuar escrevendo sua história e brindando os fãs com álbuns de qualidade.

Falar do John Pizzarelli é algo muito prazeroso pra mim, pois se conheço 5% de jazz é por causa dele e meu único dever como um fã (infelizmente ainda não cumprido) é ir a um show dele, mais isso em breve irá acontecer. Para quem ainda não teve o privilégio de ouvir a música do Pizzarelli, não perca tempo, veja os vídeos e se der escute os álbuns, com certeza não irá se arrepender. Boa Audição !

Discografia John Pizzarelli Trio


1983 – “I’m Hip – Please Don’t Tell My Father” (Stash Records)
1985 – “Hit That Jive Jack!” (Stash Records)
1987 – “Sing! Sing! Sing!” (P-Vine Records)
1988 – “One Night With You” (Chesky Records)
1990 – “My Blue Heaven” (Chesky Records)
1992 – “All Of Me” (Novus Records)
1993 – “Naturally” (Novus Records)
1994 – "Dear Mr. Cole” (Novus/RCA)
1994 – “New Standards” (Novus Records)
1996 – “After Hours” (Novus Records)
1996 – “Let’s Share Christmas” (RCA Records)
1997 – “Our Love Is Here To Stay” (RCA Records)
1998 – “Meets The Beatles” (RCA Records)
1999 – “P.S. Mr. Cole” (RCA Records)
2000 – “Kisses In The Rain” (Telarc Records)
2000 – “Let There Be Love” (Telarc Records)
2002 – “The Rare Delight Of You” (Telarc Records)
2002 - "Best of John Pizzarelli" (BMG Records)
2003 – “Live at Birdland” (Telarc Records)
2004 – “Bossa Nova” (Telarc Records)
2005 – “Knowing You” (Telarc Records)
2006 – “Dear Mr. Sinatra” (Telarc Records)
2007 - "Generations"(Arbors Records)
2008 – “With a Song in My Heart” (Telarc Records)
2010 – “Rockin' In Rhythm A Duke Ellington Tribute” (Telarc Records)

John Pizzarelli Trio - "Route 66"



John Pizzarelli no Programa Todo Seu (TV Gazeta) - Parte 1



John Pizzarelli no Programa Todo Seu (TV Gazeta) - Parte 2



Site Oficial: John Pizzarelli

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segunda-feira, setembro 06, 2010

Entrevista com Cléber Assumpção

Olá Musicólatras...

O post de hoje é muito especial, pois se trata de uma entrevista que o grande guitarrista Cléber Assumpção me concedeu. A entrevista se deu num agradável clima de bate papo, dentro das dependências da FASC (Faculdade Santa Cecília) em Pindamonhangaba. E nesse bate papo o guitarrista me falou sobre sua formação, seus gostos musicais e carreira.



Como foi que você entrou no mundo da musica?
C: Venho de uma família musical, começar a tocar um instrumento foi o resultado de um processo natural, quando vi estava tocando violão, meu pai foi meu primeiro professor. Nessa época da minha infância tinha muito contato com serestas e choros

E como o rock entrou na sua vida?
C: Por meio de Yngwie Malmsteen, achei incrível sua musica, o impacto foi absurdo para mim, porém nunca deixei de lado o choro e a seresta

Como começou os estudos formais?
C: Comecei muito cedo a estudar guitarra com professores particulares. Para mim estudar era um prazer, tanto que nunca medi a quantidade de horas dedicadas ao estudo.... e no ano de 1994 comecei meus estudos acadêmicos na Fasc (Faculdade Santa Cecília) ,onde fiz o bacharelado em violão. E no ultimo ano de faculdade já estava ministrando aulas de guitarra no curso livre de musica da Fasc. No fim de 1998 fui convidado a ministrar o curso de bacharelado em Guitarra Elétrica na faculdade, sendo eu a implantar a primeira turma de guitarra da Fasc

Na época quais eram suas influencias?
C: Led Zeppelin, Deep Purple, Malmsteen, Jeff Beck, Cream e Jimi Hendrix, e através desses músicos comecei a me interessar por blues

E no blues, quem são seus músicos favoritos?
C: Nunca fui um purista do blues, porém gosto de Ronnie Earl, Stevie Ray Vaughan, Clapton, Robert Cray... sempre fui um pesquisador, gostava de conhecer novos sons.

Depois ter passado por vários estilos, como você conheceu o Jazz?
C: Sempre fui um estudioso e pesquisador de estilos, e com o decorrer dos estudos comecei a me interessar por improvisação...o que me levou a estudar e conhecer músicos de Jazz. Primeiro me interessei pelo conhecimento do Jazz e todos os benefícios que poderia trazer pra minha musica. Quando percebi já estava tão “afetado” pelo estilo que não consegui mais parar de usar frases jazzistas em outros estilos

Me fale sobre sua carreira?
C: Meu primeiro trabalho como musico profissional foi em uma banda baile. Mas sempre me mantendo em atividade na musica instrumental, com trabalho em Duos, trios e etc. Mas antes de tocar profissionalmente tive uma banda de Metal chamada Justice, e também toquei em uma banda de blues/rock chamada Urublues.

Você é um musico bem eclético, já atuou em varias vertentes da musica.
C: Isso se deve pela minha formação eclética, aprendi a gostar de vários estilos, e quis trabalhar esses estilos. Inclusive já participei de grupos de musica flamenca





Você já trabalhou ao lado de muitos músicos. Quais foram seus principais parceiros?
C: Sem duvida todos tiveram um papel importante na minha formação, mas os mais importantes foram meu pai e meu avô que me direcionaram na musica. O prof. Luiz Stelzer teve uma importância fundamental, pois através dele que inclui o curso de guitarra na FASC

Agora vamos para um bate bola..com perguntas curtas. Sinta-se a vontade para responder o que quiser, esse espaço é SEU

Qual álbum vc tem escutado no momento?
C: Rare Birds e Jucal, que é um disco de musica flamenca

Qual é o melhor álbum de todos os tempos pra você?
C: Giant Steps do John Coltrane e o Question and Answer do Pat Metheny

E o pior?
C: Não cito um álbum especifico, mas qualquer musica feita pura e simplesmente de forma comercial, sem aquele intuito artístico

Quem você considera o “cara” da guitarra?
C: Vou citar três guitarristas. Django Reinhardt, Charlie Chrisitian e Jimi Hendrix, na minha opinião eles traçaram as linhas a serem seguidas na musica e na guitarra. E claro Jeff Beck...

Deixe uma mensagem pro pessoal que esta começando na musica...
C: Procure fazer o que realmente gosta, procure a musica que esta dentro de você...escute muita musica, busque coisas novas, seja curioso...não se prenda a um estilo, escute de tudo. Estude sempre, se aperfeiçoe, é sempre valido!

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sexta-feira, setembro 03, 2010

Brincando com o tempo

Dave Brubeck - Time Out

“Se um marciano viesse à Terra para avaliar a música americana, talvez ouvisse uns 10.000 discos de jazz e chegaria à conclusão que aqui só se toca em 4/4.”

Assim começa o texto da capa do álbum Time Out, do Dave Brubeck Quartet, lançado em 1959. Nele, Brubeck (piano), Paul Desmond (sax), Eugene Wright (baixo) e Joe Morello (bateria), fazem uma verdadeira brincadeira com o tempo nas músicas, fugindo do tradicional 4/4.

A mais famosa música desse álbum é a hoje clássica Take Five, tocada em 5/4, mas eles também se aventuram pelo 9/8, 3/4, 6/4 e até mudam de tempo no meio da música. Um verdadeiro desafio a quem gosta de acompanhar a música batucando com o pé ou a mão.

Divirtam-se com alguns exemplos:

1) Blue Rondo a la Turk (9/8)

2) Take Five (5/4)

3) Kathy’s Waltz (4/4 e 3/4)


Dave Brubeck - Time Further OutNão contente com isso, em 1961, Brubeck e seu quarteto lançam Time Further Out, radicalizando ainda mais a experiência.

Para isso, eles usam como mapa o quadro de Miró (Painting: 1925) que está na capa do disco e que, segundo Brubeck, tanto pode ser lido pelos números a parte superior do quadro – que seria a leitura mais óbvia – quanto pelas figuras que representariam o quarteto em movimento.

Pessoalmente, tenho um apego maior por esse segundo álbum, pois foi através dele que comecei a perceber que as músicas podem ser tocadas de maneiras diferentes das usuais, sem se tornarem chatas e mantendo o swing e a melodia.

Essas são as minhas favoritas:

1) Bluette (3/4)

2) Charles Matthew Hallelujah (4/4)

3) Far More Blue (5/4)

4) Maori Blues (6/4)

5) Unsquare dance (7/4) – notem a risada de alívio do baterista Joe Morello quando termina a música


Muitos anos depois, Brubeck contou que o quadro de Miró era na verdade para ser a capa do Time Out, mas não havia tempo de cuidar da parte legal de utilizar a imagem. Para o Time Further Out, ele foi pessoalmente procurar o artista, morrendo de medo que ele recusasse ou cobrasse muito caro, mas a resposta foi: “Seria uma honra para mim”.

Bom, por hoje é só, um final de semana e um feriado supre musical para vocês!

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quinta-feira, setembro 02, 2010

Agenda de Shows: Setembro Jazz

Bom sei que hoje não é meu dia de postar aqui no Musicólatras, mais precisava deixar essas informações aqui. O mês de setembro está digamos, recheado de atrações, principalmente no meio jazzistico, nos próximos dias o guitarrista Mike Stern, a cantora/pianista Diana Krall e a cantora Stacey Kent estarão se apresentando nos palcos brasileiros.

Então para facilitar vou postar algumas informações sobre os shows ok?


Mike Stern: O jazzista norte americano se apresenta irá fazer duas apresentações no Brasil. A primeira será na "Mimo 2010" (Mostra Internacional de Música em Olinda) e a segunda no Bourbon Street, em São Paulo.O show é parte da turnê do seu novo álbum, "Big Neighborhood".

Informações:

07/09 - Mostra Internacional de Música em Olinda
Local: Praça do Carmo (Olinda/PE) - Horário: 21:30

08/09 - Bourbon Street Music Club
Local: Rua dos Chanés, 127 - Moema.
Horário: 22h30
Preço: R$ 65,00 (até 06/09) depois R$ 75,00


Diana Krall: A canadense Diana Krall, virtuosa pianista e cantora de jazz, realizará quatro shows no Brasil em setembro de 2010. Com muito charme, sofisticação e boa música, Diana Krall representa com propriedade a responsabilidade de ser um dos nomes mais importantes do jazz contemporâneo.

Informações:

13 e 14/09 - Casa de Shows HSBC Brasil
Local: Rua Bragança Paulista, 1281, Chácara Santo Antônio. SP
Horários: 21h30
Preços: Veja Tabela

18/09 - Teatro OI Brasilia
Local: SHTN Trecho 1, Conj. 1B, Bloco C - Vizinho do Palácio da Alvorada
Horário: 21h00
Preços/Informações: Confira no site

20/09 - Teatro Oi Casa Grande
Local: Rua Afrânio de Mello Franco 290, Leblon. Rio de Janeiro
+ informações: (21) 2511-0800

Stacey Kent: Uma das vozes mais doces, delicadas e cativantes do jazz moderno, será a atração da Via Funchal no dia 9 de setembro. Sua capacidade de misturar jazz com bossa nova, música francesa, pop e standards do cancioneiro mundial deu a ela grande prestígio entre os fãs de música e a crítica especializada.

Informações:

09/09 - Via Funchal
Local: R. Funchal, 65, São Paulo.
Horário: 21h30
+ informações: (11) 2144-5444
Preços: Veja Tabela

10/09 - Teatro Municipal de Itajaí
Local: Rua Gregório Chaves, 111.
+ informações: (47) 3349-6447

14/09 - Teatro do Bourbon Country
Local: Av Túlio de Rose, 80 - SUC 301 A. Porto Alegre.
Horário: 21h00
Preços: Veja Tabela

16/09 - Vivo Rio
Local: Av. Infante Dom Henrique, 85, Rio de Janeiro.
Horário: 22h00
+ informações: Confira no site.

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